quinta-feira, 3 de maio de 2012

SABER OUVIR

"O que as pessoas mais desejam é alguém
 que as escute de maneira calma e tranqüila.
 Em silêncio. Sem dar conselhos.
 Sem que digam: "Se eu fosse você".
 A gente ama não é a pessoa que fala bonito. 
É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita,
quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta.
 É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. 
Aprendi,  prestando atenção."

quarta-feira, 2 de maio de 2012

VERGONHA


De tanto ver triunfar as nulidades... 
De tanto ver prosperar a desonra..
 De tanto ver crescer a injustiça...
De tanto ver agigantarem-se os poderes 
nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se
 da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.
                                    Rui Barbosa



 Não deixemos que isto aconteça.
 Não nos deixemos influenciar pelos desonestos, corruptos.
 Não permitamos que as virtudes sejam esquecidas...
Que nossas famílias seja contaminadas pelos 
vícios que, cada vez, tomam conta de nossa sociedade,
de nossa política. Pratiquemos o bem, o respeito,
 a honestidade, a justiça, o bem comum 
e a vergonha e brio na "cara"! 
Não permitamos que as gerações futuras
 sintam vergonha desta nossa geração.

AUTOCONHECIMENTO


O silêncio é a estrada para o autoconhecimento. 
O autoconhecimento abre as janelas de nossa própria
 ignorância - mas também as portas de nossa Divindade. Quanto mais nos aprofundarmos em nós mesmos - quanto mais meditamos em nós mesmos - mais nos aproximamos da paz. 
A verdadeira sabedoria não pode ser encontrada fora de você. Quando despertares para essa verdade, 
verás que empregou muito mal o seu tempo, 
tentando encontrá-la fora. 
O autoconhecimento entrega-lhe a chave
 da porta da verdade. Uma vez aberta – para sempre estará.
 E, neste caminho, descobrimos o quão divinos somos, e nos apaixonamos por nós mesmos. 
Quando isso acontece, nos apaixonamos realmente
 pela vida e com a compaixão de nosso Ser, 
naturalmente nos doamos para o despertar dos irmãos
 que ainda estão dormindo.
                                                                                               Dragon Zen

terça-feira, 1 de maio de 2012

OPERÁRIO



Nas madrugadas nuas,

Vestem-se as ruas,

De donos sem nome,
Correndo da fome.

São apenas homens
Rogando salários,
Que como operários
No trabalho somem.

É João! É José!
Empunhado a colher
Nutrido de fé.
Constrói o que der,
Não é o que quer.

Mas quer o seu dono
Dos altos vitrais.
Vislumbram a paz
Sonhadores que são,
Mas com o pé no chão.

O sonho fenece.
A esperança lhe esquece.
Sobram-lhes as mãos
Com a obra acabada,
Lustrada a fachada,
Pra que serve João?

José nem se fala!
Carrega num saco,
A sua profissão.
De volta ao barraco
Ficou para traz,
Palácio e vitrais,
E a doce ilusão.

O prédio lustrado,
É hoje morado,
Por dono e patrão.

Já é outro dia!
Acorda Maria!
Chamando o João.
José já espera,
Em frente à tapera,
Com o seu matolão.
Com seus utensílios
Beijo nos filhos
Da mulher beija a mão.
Partem para a lida,
Teimando com a vida,
Em busca do pão.

                                                   Francisco Sobreira Filho

PARABÉNS, TRABALHADOR!



A importância do trabalho para a definição do ser humano e do ser social perpassa, primordialmente, pela definição da espécie humana.
Humanizar-se é distinguir-se dos animais e tornar-se humano. 
Sociabilizar-se é adquirir condições para viver em sociedade
É a partir da transformação de objetos em produtos
 que prolonguem e facilitem a sua vida que o homem se distingue dos outros animais e pode ser considerado "humano". 
Eis a chave da humanização.
Mas quem vai considerá-lo ser humano senão seus iguais? 
O divisor de águas, nesta perspectiva,
 é a produção, o esforço para melhorar a qualidade da sua própria vida.
 Á medida que o faz, o homem contribui para melhorar a vida dos demais integrantes da comunidade em que está inserido, pois o seu trabalho resulta em objetos ou serviços por eles utilizados."
O primeiro ato histórico destes indivíduos, pelo qual se distinguem dos animais, não é o fato de pensar, mas o de produzir seus meios de vida" 
A eficácia da produção individual depende da perseverança na prática do ofício e da sua requalificação, atingindo a legitimação do indivíduo perante a sociedade para a qual ele serve.
  Essa relação interpessoal, produzida no entorno do trabalho, seja no seu ambiente ou fora dele, seja por causa dos seus produtos ou serviços, representa a própria sociabilidade. 
Em outras palavras, o ser social é aquele que adapta
 a Natureza aos seus meios de vida em sociedade.
Observa-se, então, que a efetivação, tanto da humanização, como da sociabilidade, é diretamente proporcional ao esforço de cada elemento, no sentido de servir e ser servido coletivamente.
 Logo, o homem não nasce homem, mas aprende a ser humano, 
vivendo numa sociedade produtora de bens e serviços, produzindo sua própria sobrevivência e a da sociedade onde vive.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

FRAGMENTOS...


"É preciso que suporte duas ou três larvas,
 se quiser conhecer as borboletas".
"Não haverá borboletas se a vida não passar por 
longas e silenciosas metamorfoses."
                                      Rubem Alves

"Deveríamos ser como borboletas e ter a coragem de
 enfrentar a metamorfose da vida, 
para sermos livres".
                                                                Patty Vicensotti