domingo, 17 de fevereiro de 2013

DOMINNGO É DIA DO SENHOR





Irmãos: O que diz a Escritura? “A palavra está perto de ti,
 em tua boca e em teu coração”. Essa palavra é a palavra da fé, 
 que nós pregamos.
Se, pois, com tua boca confessares Jesus como Senhor e,
 no teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.
 É crendo no coração que se alcança a justiça e é confessando a fé com a boca que se consegue a salvação.
 Pois a Escritura diz: Todo aquele que nele crer
não ficará confundido”.
Portanto, não importa a diferença entre judeu e grego;
todos têm o mesmo Senhor, que é generoso para com
todos os que o invocam.
De fato, todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo
                                                            Carta de São Paulo aos Romanos: 

 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

10 CONSELHOS PARA MELHORAR SUA VIDA



  1-Nunca deixe para amanhã o que pode fazer hoje.
2- Nunca pressione outros para que o ajudem no
 que você pode fazer sozinho.
3- Não gaste o dinheiro que ainda não ganhou.
4- Não compre o que não precisa só porque está barato
 - isso sai caro.
5- O orgulho sai mais caro do que a fome, a sede e o frio.
6- Nunca se arrependa de ter comido pouco.
7- Tudo dá certo, quando é feito de boa vontade.
8- Os mais dolorosos são os males que nunca acontecem.
9- Tome tudo pelo lado mais suave.
10- Com raiva conte até 10, com muita raiva conte até 100.
Thomas Jefferson 
 
 

TANTRA CHINÊS- LIÇÕES PARA TODA A VIDA




UM
Dê mais as pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria.
DOIS
Case com alguém com quem você goste de conversar. A medida em que vocês forem envelhecendo, s
eu talento para a conversa se tornara ato importante quanto os outros todos.

TRÊS
Não acredite em tudo o que você ouve, não gaste tudo o que você tem e não durma tanto quanto você gostaria.
QUATRO
Quando você disser "eu te amo", seja sincero.

CINCO
Quando você disser "sinto muito", olhe nos olhos da pessoa.

SEIS
Fique noivo pelo menos por seis meses antes do casamento.

SETE
Acredite no amor a primeira vista.

OITO
Nunca ria dos sonhos dos outros. Quem não tem sonhos tem muito pouco.

NOVE
Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas e o único meio de viver uma vida completa.

DEZ
Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos.

ONZE
Não julgue ninguém por seus parentes.

DOZE
Fale devagar mas pense depressa.

TREZE
Quando lhe fizerem uma pergunta que você não quer responder, sorria e pergunte; "Pôr que você deseja saber?"

QUATORZE
Lembre que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.

QUINZE
Diga "saúde" quando alguém espirrar.

DEZESSEIS
Quando você perder, não perca a lição.

DEZESSETE
Recorde-se dos três "R": Respeito por si mesmo, Respeito pelos outros, Responsabilidade por seus atos.

DEZOITO
Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade.

DEZENOVE
Quando você notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigí-lo.

VINTE
Sorria quando atender o telefone. Quem chama vai ouví-lo em sua voz.

VINTE E UM
Passe algum tempo sozinho.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O GIRASSOL


 
Você já viu um girassol?
Trata-se de uma flor amarela, muito grande, que gira sempre

 em busca do sol. E é por essa razão que é popularmente 
chamada de girassol.
Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota em meio a 

 outras plantas, procura imediatamente pela luz solar. É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe possibilitarão a vida.
E o que aconteceria à flor se a colocássemos em uma redoma bem fechada e escura? Certamente, em pouco tempo, ela morreria.
Assim como os girassóis, nosso corpo também necessita da luz e do

 calor solar, da chuva e da brisa, para nos manter vivos.
Mas não é só o corpo físico que precisa de cuidados para que prossiga firme. O espírito igualmente necessita da luz divina para manter acesa a chama da esperança. Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva de bênçãos que vem do alto.
Todavia, é necessário que façamos esforços para respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis que nos envolvem.
Muitos de nós permitimos que os vícios abafem a nossa vontade 

de buscar a luz, e definhamos dia-a-dia, como uma planta mirrada
 e sem vida.
Ou, então, nos deixamos enredar nos cipoais da preguiça e do amolentamento e ficamos a reclamar da sorte sem fazer esforços

 para sair da situação que nos desagrada.
É preciso que compreendamos os objetivos traçados por Deus para a elevação de seus filhos, que somos todos nós.
E para que possamos crescer de acordo com os planos divinos, 

o criador coloca à nossa disposição tudo o de que necessitamos.
É o amparo da família, que nos oferece sustentação e segurança

 em todas as horas...
A presença dos amigos nos momentos de alegria ou de tristeza a nos amparar os passos e a nos impulsionar para a frente.
São as possibilidades de aprendizado que surgem a cada instante

 da caminhada tornando-nos mais esclarecidos e preparados
 para decidir qual o melhor caminho a tomar.
Mas, o que acontece conosco quando nos fechamos na redoma 

escura da depressão ou da melancolia e assim permanecemos
 por vontade própria?
É possível que em pouco tempo nossas forças esmoreçam e não nos permitam sequer gritar por socorro.
Por essa razão, devemos entender que Deus tem um plano de felicidade para cada um de nós e que, para alcançá-lo, é preciso que busquemos os recursos disponíveis.
É preciso que imitemos o girassol. Que busquemos sempre a luz, mesmo que as trevas insistam em nos envolver.
É preciso buscar o apoio da família nos momentos em que nos sentimos fraquejar.
É preciso rogar o socorro dos verdadeiros amigos quando sentimos as nossas forças enfraquecendo.
É preciso, acima de tudo, buscar a luz divina que consola e esclarece, ampara e anima em todas as situações.
Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e o convite da depressão rondar-te a alma, imita os girassóis e busca respirar o ar puro,

 acima das circunstâncias desagradáveis.
Quando as dificuldades e os problemas se fizerem insuportáveis, 

tentando sufocar-te a disposição para a luta, lembra-te dos girassóis
 e busca a luz divina através da oração sincera.
Desconheço o autor


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

REFLEXÃO SOBRE A QUARESMA



Achei este texto muito interessante. Por isso compartilho com vocês
  

QUARESMA: “jejuar é dar espaço para outras fomes” 
 (N. Bonder)




“Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste
 como os hipócritas” (Mt. 6,16)



Caminheiros somos, como foi o Povo de Deus, rumo à Terra
Prometida, hoje num deserto diferente, povoado de desafios 
que podem atrofiar a visão e nos colocar à margem do caminho,
mas também um deserto de encantos, repleto de sinais e de presença
de Deus, que nos impulsiona, nos acompanha nas longas jornadas 
e nos acolhe no fim da marcha.


O tempo da Quaresma é para nós cristãos tempo privilegiado 
para retomar o ritmo da marcha, esvaziar nossas mochilas do
 supérfluo, reabastecer-nos do essencial, 
retomar as metas discernidas
 e assumidas diante de Deus. É Jesus mesmo que vai à nossa frente, 
que nos abre um caminho novo, orientado pela solidariedade com os
 mais sofridos, pela partilha do nosso ser e ter, por um amor incondicional e gratui-to... É Ele que se faz solidário
 em nossas dores e alegrias, pacificando o nosso interior
 e revelando o amor do coração paterno e materno de Deus.



A oração, a esmola e o jejum, são as três atitudes mais características
 do tempo da Quaresma. E nem sempre valorizadas como merecem, 
em nossa existência.
A oração é adentrar-nos no nosso próprio interior, porque aí se faz 
ouvir a voz de Deus. E se ouvimos sua voz, nossa vida tomará um
 estilo diferente, mais evangélico.
Mas dificilmente podemos entrar no interior se nos deparamos com
 um coração endurecido, hermético.
Quando a oração é levada a sério, podemos prescindir de muitas coisas, fazer um autêntico jejum: de alimento, de tempo, de caprichos... 
Chegar a viver aquela sábia sentença de S. Francisco de Assis:
 “Desejo, realmente, poucas coisas, e as poucas coisas que
 desejo as desejo muito pouco”.
Então, já não é preciso perfumar-se e nem lavar o rosto, 
mas compartilhar a partir da generosidade que Deus desperta. 
E isto tem um nome: esmola.





O tempo da Quaresma é tempo propício para recuperar o sentido
 da prática do jejum.
O jejum real e sincero nos ajuda a fortalecer a liberdade interior frente
 às falsas necessidades, obriga-nos a renovar e confirmar o desejo 
de recorrer a Deus, de purificar nossa vida e exercitarmo-nos na oração
 e na justiça. O jejum e a sobriedade favorecem a aproximação 
espiritual a Deus e aos irmãos que sofrem. Ambos terminam facilmente
 na oração e em obras de amor e misericórdia (esmola).


O jejum implica uma parada, graças à qual, a pessoa perseverante 
pode retomar suas energias que estão meio perdidas, para reuni-las
 e orientá-las para seu destino original.
O jejum é um “olhar amoroso e vigilante” sobre si mesmo e para 
si mesmo, uma tomada de consciência sincera na direção de 
uma transformação profunda.



Na tradição dos Padres do Deserto, o jejum é o meio que a pessoa
 utiliza para criar um “espaço vazio” no qual o Espírito possa 
repousar, permitindo-a distinguir o essencial do supérfluo.
O jejum tem a finalidade de nos possibilitar a experiência da
 falta. Descobrir que, além dos alimentos que nos nutrem, é o Senhor
 da vida que nos nutre. É sentir também nossa fragilidade. 
É uma maneira de retornarmos ao essencial, aceitar-nos em nossos limites. E é do fundo de nossos limites que invocamos a Deus. 
É do cerne de nossa humanidade que nós reencontramos a chama
 da divindade.







O jejum nos torna mais simples e humildes, mais conscientes de 
nossa própria fragilidade e debilidade, mais compreensivos e compassivos com as fraquezas alheias, mais misericordiosos;
 então, sim, ele está contribuindo para que Deus nos modele
 segundo o que Ele é.
O jejum nos desperta para a solidariedade; com o jejum não 
vamos remediar a fome no mundo, mas sim, expressar que a fome 
no mundo nos diz respeito e nos afeta. E somos tão afetados 
que, voluntariamente, nos aproximamos da experiência de 
quem todos os dias dorme com o estômago vazio. É um gesto, 
antes de tudo, de com-paixão, de padecer juntamente
 com os que sofrem.

Diante de uma sociedade que valoriza o ser humano em função do 
que consome – “consumo, logo existo” – nosso jejum é um grito
 que anuncia que o ser humano é valioso em si mesmo, porque assim
 o é para Deus.
O que anima a pessoa a realizar o gesto forte de “ordenar-se” 
 é a sua liberdade, o seu desejo de união com Deus e com toda
 a humanidade. É a busca da “vida em plenitude”.
Corresponde a cada um saber quais são os setores da vida nos quais
 lhe convém exercitar o jejum:
 
- Jejum da palavra para aprender a escutar.
- Jejum dos pensamentos para viver no presente.
- Jejum na utilização dos meios de comunicaçã
  para poder assimilar tanta informação.
- Jejum na comida, na roupa, na bebida, nos bens
  supérfluos... para ser capaz de agradecer tanta
  diversidade de dons...
- Jejum de ressentimentos, tristezas, medos e ou-
  tros sentimentos negativos para que a vida possa fluir
 com mais liberdade...






Corresponde a cada pessoa encontrar sua ascese, ou seja, encontrar
 a maneira de ir esvaziando-se, despojando-se, para deixar espaço 
aos outros e ao Outro e chegar a viver em estado de união.
Sem esta ascese, há saturação, banalização e exigências que nos
 levam ao endurecimento do coração. Disto brota uma relação
 muito íntima entre a atrofia do Transcendente e a atrofia
 da solidariedade.
É urgente fomentar uma “cultura da austeridade, da comunhão, 
da partilha...”, se não queremos nos desumanizar, nem desumanizar
 o planeta. A ascese nos capacita para a solidariedade; o ordenamento
 de nossos desejos nos permite escutar os desejos dos outros. 


A ascese nos dá liberdade para sermos independentes das coisas
 e vivermos com o essencial.
Não se trata de privar-se de “desfrutar”,  senão de evitar que
 o “desfrutar” se converta numa obsessão e numa dependência.
 A sensibilidade para com os outros desaparece na medida em que 
as próprias pul-sões se tornam intensas e descontroladas. 
Trata-se de não saturar o desejo, mas de deixá-lo aberto,
 como dinamismo para o Ultimo Desejo. Quanto mais vivemos em
 Deus, menos somos nós o centro, menos dependentes das coisas 
e mais receptivos somos aos outros. 






Textos bíblicos:   Mt 6,1-6.16-18   



Na oração: Nossa quaresma torna-se um “estar com Jesus”  no deserto,
 para, como Ele, dar a Deus o lugar central de nossa vida.
A quaresma é um tempo em que damos maior liberdade a Deus para agir 
em nós; é abrir espaço, alargar o coração para a ação de Deus.
 É tempo de re-construção de si (conversão), de retomada da
 opção fundamental por Deus e pelo seu Reino (maior serviço,
 mais compaixão, mais partilha, mais solidariedade...).

- Qual é o seu estado de ânimo e disposição para viver
 esta Quaresma?
- Você está preparado para a travessia do deserto?
 Está disposto a “caminhar”,  a “sair”.
- Você está disposto a ser mais servidor, mais acolhedor, 
mais atento aos outros... nesta Quaresma?   




DEUS ESTEJA COM VOCÊS!