sexta-feira, 4 de maio de 2012

COMO ORAVA GANDHI



"SENHOR,
AJUDA-ME A DIZER A VERDADE DIANTE DOS FORTES
E A NÃO DIZER MENTIRAS, PARA GANHAR O APLAUSO DOS FRACOS...
SE ME DÁS FORTUNA, NÃO ME TIRES A RAZÃO,
SE ME DÁS SUCESSO, NÃO ME TIRES A HUMILDADE.
SE ME DÁS A HUMILDADE,
NÃO ME TIRES A DIGNIDADE.
AJUDA-ME A ENXERGAR O OUTRO LADO DA MOEDA.
NÃO ME DEIXES ACUSAR O OUTRO POR TRAIÇÃO AOS DEMAIS, 
 APENAS POR NÃO PENSAR IGUAL A MIM.
ENSINA-ME A AMAR AOS OUTROS COMO A MIM MESMO.
NÃO DEIXES QUE ME TORNE ORGULHOSO SE TRIUNFO,
NEM CAIR EM DESESPERO SE FRACASSO.
MAS RECORDA-ME QUE O FRACASSO É A EXPERIÊNCIA.
QUE PRECEDE O TRIUNFO.
ENSINA-ME QUE PERDOAR É UM SINAL DE GRANDEZA
E QUE A VINGANÇA É UM SINAL DE BAIXEZA.
SE NÃO ME DERES O ÊXITO,
DÁ-ME FORÇAS PARA APRENDER COM O FRACASSO;
SE EU OFENDER AS PESSOAS,
DÁ-ME CORAGEM PARA DESCULPAR-ME.
E SE AS PESSOAS ME OFENDEREM,
DÁ-ME GRANDEZA PARA PERDOÁ-LAS.
SENHOR,
SE EU ME ESQUECER DE TI,
NUNCA TE ESQUEÇAS DE MIM."
 

EQUILÍBRIO


Para sentir-me pleno, tenho que ser estável.
 Para ser estável, é necessário equilíbrio.
 O equilíbrio entre:
 Ser alegre e não inconveniente.
 Ser sincero, e não machucar. 
Ser firme nas idéias e não arrogante.
 Ser humilde e não submisso. 
Ser rápido e não impreciso. 
Ser contente e não complacente. 
Ser despreocupado e não descuidado.
 Ser amoroso e não pegajoso. 
Ser pacífico e não passivo. 
Ser disciplinado e não rígido.
 Ser flexível, e não frouxo.
 Ser comunicativo e não exagerado. 
Ser obediente e não cego. 
Ser doce e não melado. Ser moldável e não tolo.
 Ser introspectivo e não enclausurado. 
Ser determinado e não teimoso. 
Ser corajoso e não agressivo. 
                                                                                            Desconheço o autor


PRECE





Vamos nos abrir para Jesus! Ele tudo pode 
e faz maravilhosas em nossas vidas!


quinta-feira, 3 de maio de 2012

SABER OUVIR

"O que as pessoas mais desejam é alguém
 que as escute de maneira calma e tranqüila.
 Em silêncio. Sem dar conselhos.
 Sem que digam: "Se eu fosse você".
 A gente ama não é a pessoa que fala bonito. 
É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita,
quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta.
 É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. 
Aprendi,  prestando atenção."

quarta-feira, 2 de maio de 2012

VERGONHA


De tanto ver triunfar as nulidades... 
De tanto ver prosperar a desonra..
 De tanto ver crescer a injustiça...
De tanto ver agigantarem-se os poderes 
nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se
 da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.
                                    Rui Barbosa



 Não deixemos que isto aconteça.
 Não nos deixemos influenciar pelos desonestos, corruptos.
 Não permitamos que as virtudes sejam esquecidas...
Que nossas famílias seja contaminadas pelos 
vícios que, cada vez, tomam conta de nossa sociedade,
de nossa política. Pratiquemos o bem, o respeito,
 a honestidade, a justiça, o bem comum 
e a vergonha e brio na "cara"! 
Não permitamos que as gerações futuras
 sintam vergonha desta nossa geração.

AUTOCONHECIMENTO


O silêncio é a estrada para o autoconhecimento. 
O autoconhecimento abre as janelas de nossa própria
 ignorância - mas também as portas de nossa Divindade. Quanto mais nos aprofundarmos em nós mesmos - quanto mais meditamos em nós mesmos - mais nos aproximamos da paz. 
A verdadeira sabedoria não pode ser encontrada fora de você. Quando despertares para essa verdade, 
verás que empregou muito mal o seu tempo, 
tentando encontrá-la fora. 
O autoconhecimento entrega-lhe a chave
 da porta da verdade. Uma vez aberta – para sempre estará.
 E, neste caminho, descobrimos o quão divinos somos, e nos apaixonamos por nós mesmos. 
Quando isso acontece, nos apaixonamos realmente
 pela vida e com a compaixão de nosso Ser, 
naturalmente nos doamos para o despertar dos irmãos
 que ainda estão dormindo.
                                                                                               Dragon Zen

terça-feira, 1 de maio de 2012

OPERÁRIO



Nas madrugadas nuas,

Vestem-se as ruas,

De donos sem nome,
Correndo da fome.

São apenas homens
Rogando salários,
Que como operários
No trabalho somem.

É João! É José!
Empunhado a colher
Nutrido de fé.
Constrói o que der,
Não é o que quer.

Mas quer o seu dono
Dos altos vitrais.
Vislumbram a paz
Sonhadores que são,
Mas com o pé no chão.

O sonho fenece.
A esperança lhe esquece.
Sobram-lhes as mãos
Com a obra acabada,
Lustrada a fachada,
Pra que serve João?

José nem se fala!
Carrega num saco,
A sua profissão.
De volta ao barraco
Ficou para traz,
Palácio e vitrais,
E a doce ilusão.

O prédio lustrado,
É hoje morado,
Por dono e patrão.

Já é outro dia!
Acorda Maria!
Chamando o João.
José já espera,
Em frente à tapera,
Com o seu matolão.
Com seus utensílios
Beijo nos filhos
Da mulher beija a mão.
Partem para a lida,
Teimando com a vida,
Em busca do pão.

                                                   Francisco Sobreira Filho