sábado, 21 de junho de 2014

TEMPOS MODERNOS




"Em tempos em que quase ninguém se olha nos olhos, 
em que a maioria das pessoas pouco se interessa pelo
 que não lhe diz respeito, só mesmo agradecendo 
àqueles que percebem nossas descrenças,
 indecisões, suspeitas, tudo o que nos paralisa, 
e gastam um pouco da sua energia conosco, insistindo".
  Martha Medeiros





sexta-feira, 20 de junho de 2014

QUE...




Que não nos faltem bons sentimentos. 
Que nos falte egoísmo. Que nos sobre paciência. 
Que sejamos capazes de enxergar algo de bom em 
cada momento ruim que nos acontecer. 
Que não nos falte esperança. 
Que novos amigos cheguem.
 Que antigos sejam reencontrados.
 Que cada caminho escolhido nos reserve boas surpresas.
 Que a cada sorriso que uma criança der nos faça
 ter um bom dia e enxergar uma nova esperança. 
Que cada um de nós saiba ouvir cada conselho dado
 por uma pessoa mais velha. Que não nos falte vontade 
de sorrir. Que sejamos leves. Que sejamos livres de preconceitos. Que nenhum de nós se esqueça da força que possui.
 Que não nos falte fé e amor. Caio Fernando Abreu 





O TEMPO ME ENSINOU...


 

"Eu sou aquela mulher a quem o tempo 
muito ensinou.
Ensinou a amar a vida e a não desistir da luta.
Recomeçar na derrota.
Renunciar a palavras e pensamentos negativos.
Acreditar nos valores humanos.
Ser otimista."
Cora Coralina






BENDITOS OS CALMOS




"Benditos os que conseguem se deixar em paz.
 Os que não se cobram por não terem cumprido 
suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, 
não se torturam por terem sido contraditórios,
 não se punem por não terem sido perfeitos. 
Apenas fazem o melhor que podem."
Martha Medeiros









Benditos mesmo, pois, admiro essas pessoas 
calmas, tranquilas.
Ao contrário, sou estressada, ansiosa, nervosa.
Fico mal mesmo, quando essas coisas acontecem comigo.  







quinta-feira, 19 de junho de 2014

EXISTEM MOMENTOS







Existem momentos em que não basta virar a
 página ou começar um outro capítulo. 
É preciso escrever um livro novo.
 Mudar de história. 
Sem medo de soltar as mãos do passado. 
Sem receio de abraçar o presente. 
Sem dúvidas para se jogar no colo do futuro. 
 Lígia Guerra





 
 

 

CORPUS CHRISTI- UM POUCO DE HISTÓRIA





A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente 
o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo 
e do Sangue de Jesus Cristo.

Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira 
Santa, quando se deu a instituição deste sacramento.
 Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos,
 Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e
 bebendo o vinho que
 se transformariam em seu Corpo e Sangue.
"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida
 eterna e,  eu o ressuscitarei no último dia. 
Porque a minha carne é verdadeiramente
 comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. 
O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece
 em mim e eu nele. 
O que come deste pão viverá eternamente" 
(Jo 6, 55 – 59). Através da Eucaristia, Jesus nos mostra
 que está presente ao nosso lado, 
e se faz alimento para nos dar força para continuar. 
Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, 
no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria 
tido visões de Cristo 
demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia 
fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "
Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a 
Igreja, pedindo a São Tomás de
 Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, 
até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino 
“Lauda Sion Salvatorem” 
 (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas 
liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco 
continentes. A procissão com a Hóstia consagrada conduzida
 em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, 
contudo, que ela se tornou um grande 
cortejo de ação de graças.







SOU GUERREIRA




 Sobrevivi a tempestades,
terremotos e aos mais sufocantes furacões.
Tive sonhos destruídos,
desilusões impiedosas, amores impossíveis.
Chorei até secar a alma,
amei até não sentir mais que tinha um coração.
Fui ferida, amaldiçoada e incompreendida.
Caí de joelhos, desci ladeira abaixo
e vivi meu próprio inferno.
Amei sem limites, vivi paixões intensas
e divaguei em minhas utopias!
Fui mulher inteira, ao meio, em 1/4
e de todas as frações possíveis.
Joguei no lixo o desdém,
a indiferença e desamor.
Juntei cacos, varri pra debaixo do tapete
coisas a pensar.
Colei pedaços de um coração em frangalhos.
Absorvi as perdas e me deleitei nos ganhos.
Voltei a sonhar.
Voltei a mim.
Voltei a viver...
Em luta sempre por minha maior virtude.
Dignidade!!!
Uma luta, sem armas, sem guerra!
Uma luta em nome do amor.
Se vivi uma guerra, não sei.
Mas apesar de caída em meio ao campo de batalha,
fiz da minha força minha maior arma.
E sobrevivi!
Assim sou eu 
GUERREIRA.