Encravada nas montanhas de Minas,
está minha querida cidade,
Coronel Fabriciano.
Viver aqui é a minha felicidade.
Não tem grandes encantos,
em sua topografia amorrada.
mas é uma cidade progressista
e eu a adotei para morada.
Aqui sou feliz,
tem tudo que eu quero.
É uma cidade que cresce
e crescerá muito mais,
assim espero.
Está numa situação privilegiada,
no coração do Vale do Aço.
Um vale que cresce e se expande.
sempre criando laços.
Laços de amizade,
laços de progresso.
não só na industria,
mas também no comércio.
Cidade hospitaleira,
berço de migrantes.
Todos aqui bem tratados.
Somos todos seus habitantes.
Um espaço para expor meus sentimentos, minhas emoções,partilhar conhecimentos, alegrias, tristezas, para desabafar, desestressar.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Felicidade
Como viver feliz com graça!
Por Lygya Maya
“Viver sem humor é que nem comida sem tempero, só pra doente mesmo.” ( L. Maya )
Quem não tem graça está perdendo a oportunidade de viver mais sadiamente em todos os sentidos.
Um dos melhores presentes dados ao ser humano é sem duvida nenhuma o humor. O homem é o único animal que ri e quando usamos essa dádiva de acordo com a situação ganhamos pontos em vários níveis, assim como:
· Saúde física, emocional e mental
· Relaxamento dos nervos
· Ganho de poder sobre uma situação dificultosa
· Conquista de simpatia de outros para si
· Popularidade
· Pratica a inteligência
· Exercita a criatividade
O humor é uma solução imediata e inteligente em situações dificultosas, se tornando um tesouro para quem o sabe usar no momento certo na dose certa.
Quando eu digo humor não estou querendo dizer “palhaçada” por que nem todos nascem com esse talento, mas um bom senso de humor tem seu lugar no banco de credito do sucesso e realizações humanas.
A nossa saúde física, emocional e mental requer uma dose gigantesca de humor no nosso cotidiano para ultrapassar o estresse do dia a dia, assim como evitar confrontos destruidores entre dois seres humanos, e a ajuda em relação a flexibilidade humana dentre outras coisas mais. Repare uma pessoa com tendências para o drama e muita seriedade em todas as situações existentes. Esta pessoa não só influencia quem esta em sua volta com o mesmo sentimento assim como bloqueia qualquer abertura para um sorriso, a não ser que uma pessoa corajosa quebre o gelo do momento. Experimente surpreender com uma pergunta intencionalmente direcionada para o humor com elegância e uma postura positiva.
Hoje em dia quem tem bom humor muitas vezes consegue emprego mais fácil do que o oposto. Não há duvida que o bom humor pode melhorar qualquer ambiente tremendamente e a produtividade pode com isso aumentar consideravelmente. Tanto no nível profissional como no pessoal.
As organizações com o método de administração que focam resultados positivos para a empresa estão investindo cada vez mais no conceito da alegria. Os processos seletivos também estão coroados por essa idéia, as empresas que enfatizam o poder da alegria no ambiente de trabalho, buscam por candidatos “alegres”.
Proporcionar um ambiente de trabalho agradável é o que especialistas da área de recursos humanos pronunciam atualmente. O bom humor no trabalho favorece as relações interpessoais, tornando-as mais agradáveis, aumenta a união entre a equipe, eleva a produtividade, ameniza o estresse, já que estimula a produção de hormônios responsáveis pela sensação de prazer.
Acho engraçado que hoje em dia o humor esta até sendo matéria para pesquisadores de Universidades como a Columbia e do Missouri, nos Estados Unidos, para concluir após analisar estudos sobre os efeitos do bom humor no corpo e nas relações sociais, que as brincadeiras no ambiente de trabalho diminuem a fadiga. Nunca precisei que uma pesquisa dita como “séria” me desse o aval de que o humor fosse benéfico para a minha saúde. Por mais de 15 anos passo como prescrição (por pura lógica) pelo menos uma boa gargalhada por dia. Alias gargalhar diariamente varias vezes ao dia e usar o bom humor em tudo que for propicio é um dos segredos chaves para manter um espírito jovem intacto.
A sensação de bem-estar provocada pelo riso nos oferece maior fluência de idéias, decisões mais criativas, sucesso em todos os sentidos, que pode melhorar o relacionamento, diminuição da tensão e aumento da auto-estima. O bom humor também favorece o aprendizado em geral tornando-o mais eficaz.
Manter o bom humor no nosso dia a dia muitas vezes se torna um desafio em certas condições não muito satisfatórias, mas é exatamente ai que a criatividade e a inteligência se tornam necessários. Quando conseguimos sair vitoriosos de uma situação dificultosa transformando aquela situação em uma coisa hilária e arrancar um sorriso. Acho que injetando humor sem inserir sarcasmo ou palavras agressivas ou negativas em uma situação estressante, elegante, espirituoso e esperto.
Muitas vezes podemos (e devemos) usar uma pergunta engraçada para tirar o peso de um drama, ou rir de um problema para relaxar o ambiente. Às vezes um sorriso sincero apenas lançado em direção a uma pessoa triste, lhe transforma o dia. O importante é não deixar que o estresse do seu exterior lhe influencie o seu interior.
E viva o riso, o bom humor e a alegria que contagia!
Por Lygya Maya
“Viver sem humor é que nem comida sem tempero, só pra doente mesmo.” ( L. Maya )
Quem não tem graça está perdendo a oportunidade de viver mais sadiamente em todos os sentidos.
Um dos melhores presentes dados ao ser humano é sem duvida nenhuma o humor. O homem é o único animal que ri e quando usamos essa dádiva de acordo com a situação ganhamos pontos em vários níveis, assim como:
· Saúde física, emocional e mental
· Relaxamento dos nervos
· Ganho de poder sobre uma situação dificultosa
· Conquista de simpatia de outros para si
· Popularidade
· Pratica a inteligência
· Exercita a criatividade
O humor é uma solução imediata e inteligente em situações dificultosas, se tornando um tesouro para quem o sabe usar no momento certo na dose certa.
Quando eu digo humor não estou querendo dizer “palhaçada” por que nem todos nascem com esse talento, mas um bom senso de humor tem seu lugar no banco de credito do sucesso e realizações humanas.
A nossa saúde física, emocional e mental requer uma dose gigantesca de humor no nosso cotidiano para ultrapassar o estresse do dia a dia, assim como evitar confrontos destruidores entre dois seres humanos, e a ajuda em relação a flexibilidade humana dentre outras coisas mais. Repare uma pessoa com tendências para o drama e muita seriedade em todas as situações existentes. Esta pessoa não só influencia quem esta em sua volta com o mesmo sentimento assim como bloqueia qualquer abertura para um sorriso, a não ser que uma pessoa corajosa quebre o gelo do momento. Experimente surpreender com uma pergunta intencionalmente direcionada para o humor com elegância e uma postura positiva.
Hoje em dia quem tem bom humor muitas vezes consegue emprego mais fácil do que o oposto. Não há duvida que o bom humor pode melhorar qualquer ambiente tremendamente e a produtividade pode com isso aumentar consideravelmente. Tanto no nível profissional como no pessoal.
As organizações com o método de administração que focam resultados positivos para a empresa estão investindo cada vez mais no conceito da alegria. Os processos seletivos também estão coroados por essa idéia, as empresas que enfatizam o poder da alegria no ambiente de trabalho, buscam por candidatos “alegres”.
Proporcionar um ambiente de trabalho agradável é o que especialistas da área de recursos humanos pronunciam atualmente. O bom humor no trabalho favorece as relações interpessoais, tornando-as mais agradáveis, aumenta a união entre a equipe, eleva a produtividade, ameniza o estresse, já que estimula a produção de hormônios responsáveis pela sensação de prazer.
Acho engraçado que hoje em dia o humor esta até sendo matéria para pesquisadores de Universidades como a Columbia e do Missouri, nos Estados Unidos, para concluir após analisar estudos sobre os efeitos do bom humor no corpo e nas relações sociais, que as brincadeiras no ambiente de trabalho diminuem a fadiga. Nunca precisei que uma pesquisa dita como “séria” me desse o aval de que o humor fosse benéfico para a minha saúde. Por mais de 15 anos passo como prescrição (por pura lógica) pelo menos uma boa gargalhada por dia. Alias gargalhar diariamente varias vezes ao dia e usar o bom humor em tudo que for propicio é um dos segredos chaves para manter um espírito jovem intacto.
A sensação de bem-estar provocada pelo riso nos oferece maior fluência de idéias, decisões mais criativas, sucesso em todos os sentidos, que pode melhorar o relacionamento, diminuição da tensão e aumento da auto-estima. O bom humor também favorece o aprendizado em geral tornando-o mais eficaz.
Manter o bom humor no nosso dia a dia muitas vezes se torna um desafio em certas condições não muito satisfatórias, mas é exatamente ai que a criatividade e a inteligência se tornam necessários. Quando conseguimos sair vitoriosos de uma situação dificultosa transformando aquela situação em uma coisa hilária e arrancar um sorriso. Acho que injetando humor sem inserir sarcasmo ou palavras agressivas ou negativas em uma situação estressante, elegante, espirituoso e esperto.
Muitas vezes podemos (e devemos) usar uma pergunta engraçada para tirar o peso de um drama, ou rir de um problema para relaxar o ambiente. Às vezes um sorriso sincero apenas lançado em direção a uma pessoa triste, lhe transforma o dia. O importante é não deixar que o estresse do seu exterior lhe influencie o seu interior.
E viva o riso, o bom humor e a alegria que contagia!
domingo, 22 de agosto de 2010
Agradecer
Vivemos pedindo...pedindo...
recebemos...recebemos...
mas não agradecemos.
Precisamos saber agradecer sempre,
a Deus, aos amigos, ao trabalho,
tudo que conseguimos conquistar,
as graças recebidas,
os favores recebidos.
Obrigada, a Deus pelos dons que me concedestes.
Obrigada aos meus amigos e colegas,
a força na caminhada.
Obrigada aos meus amigos virtuais.
Quantas vezes suas mensagens não me
deram alento e força,
para continuar na luta.
Obrigada, Obrigada sempre!
recebemos...recebemos...
mas não agradecemos.
Precisamos saber agradecer sempre,
a Deus, aos amigos, ao trabalho,
tudo que conseguimos conquistar,
as graças recebidas,
os favores recebidos.
Obrigada, a Deus pelos dons que me concedestes.
Obrigada aos meus amigos e colegas,
a força na caminhada.
Obrigada aos meus amigos virtuais.
Quantas vezes suas mensagens não me
deram alento e força,
para continuar na luta.
Obrigada, Obrigada sempre!
Felicidade
Felicidade é...
ter os pais vivos,
mesmo que velhinhos e meio decadentes.
andando com dificuldade.
Felicidade é...
Acordar e ver que temos mais um dia,
para viver, para fazer dele o que quisermos.
Felicidade é...
ter amigos, muitos amigos,
para papear, trocar idéias,
sentar num barzinho para
tomar uma geladinha.
Felicidade é...
olhar para trás e ver
o quanto já caminhou,
o quanto já conquistou,
o quanto já amou.
Felicidade é...
ter um lar para voltar,
para descansar os problemas,
para relaxar e renovar as forças.
Felicidade é...
ter alguém para amar,
para confiar,
para curtir,
para desabafar.
Felicidade é...
é viajar,
conhecer outros mundos,
outras pessoas,
outros modos,
outras vidas.
Felicidade é...
ter paciência,
tolerância,
enfim, cultivar
e praticar os valores.
Felicidade é...
Amar,
viver,
valorizar o que conquistou,
conviver com os seus,
valorizar a vida,
é...preocupar em Ser,
não em ter.
ter os pais vivos,
mesmo que velhinhos e meio decadentes.
andando com dificuldade.
Felicidade é...
Acordar e ver que temos mais um dia,
para viver, para fazer dele o que quisermos.
Felicidade é...
ter amigos, muitos amigos,
para papear, trocar idéias,
sentar num barzinho para
tomar uma geladinha.
Felicidade é...
olhar para trás e ver
o quanto já caminhou,
o quanto já conquistou,
o quanto já amou.
Felicidade é...
ter um lar para voltar,
para descansar os problemas,
para relaxar e renovar as forças.
Felicidade é...
ter alguém para amar,
para confiar,
para curtir,
para desabafar.
Felicidade é...
é viajar,
conhecer outros mundos,
outras pessoas,
outros modos,
outras vidas.
Felicidade é...
ter paciência,
tolerância,
enfim, cultivar
e praticar os valores.
Felicidade é...
Amar,
viver,
valorizar o que conquistou,
conviver com os seus,
valorizar a vida,
é...preocupar em Ser,
não em ter.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Terapia do Bom Humor
.... Dentro do sistema fisiológico, o efeito do riso poder ser associado a um estímulo do corpo e um relaxamento posterior que proporciona uma sensação de gozo e alegria.
Segundo a psiquiatra Júnea Luiza Chiari Messias, estudos comprovam que o fato de viver positivamente as situações favorece a liberação de endorfina, substância poderosa causadora de bem-estar. Ao contrário, quem vive a vida de forma tensa e mal humorada libera adrenalina, noradrenalina e corticóide. A liberação dessas substâncias com freqüência provoca queda na imunidade. Isso acontece porque a descarga desses elementos no organismo ocasiona uma diminuição na produção de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa de nossas células..........
......... No tratamento de doenças como câncer e aids, a terapia do riso assume uma função psicológica e anestésica frente à dor e tem efeito imunológico comprovado. No caso de pacientes com tumores, por exemplo, o riso e o bom humor podem aumentar a produção de "células assassinas" naturais que combatem os vírus e os tumores. O cardiologista pediátrico Edmundo Clarindo Oliveira utiliza o sorriso das crianças como termômetro para medir a evolução do quadro em que elas se encontram. Se, depois de uma cirurgia, por exemplo, a criança consegue reagir com sorriso quando tem seu humor estimulado, é sinal de que a coisa vai bem. "Se ela não sorri, ficamos preocupados porque isso pode ser sintoma de algum tipo de rejeição", alerta. O ambiente alegre dentro do hospital e do consultório pode diminuir o tempo de internação e aumentar o bem-estar do paciente.
..... O que diferencia um pessimista de um otimista é que as vivências desfavoráveis não conseguem tirar do segundo a alegria de viver. Os pessimistas, ao contrário, sucumbem facilmente. Entretanto, quando esse pessimismo é ocasionado, por exemplo, pela chamada distimia – um tipo de depressão que atinge cerca de 5% da população –, existe tratamento. "A distimia é uma depressão leve não incapacitante", explica. "As pessoas que são acometidas por ela consideram as coisas mais difíceis e não se alegram com nada. Mas é preciso diferenciar tristeza de angústia. A primeira é um sentimento comum a qualquer ser humano e a segunda é uma doença afetiva que deve ser tratada",
Artigo do site Saúde Plena
Segundo a psiquiatra Júnea Luiza Chiari Messias, estudos comprovam que o fato de viver positivamente as situações favorece a liberação de endorfina, substância poderosa causadora de bem-estar. Ao contrário, quem vive a vida de forma tensa e mal humorada libera adrenalina, noradrenalina e corticóide. A liberação dessas substâncias com freqüência provoca queda na imunidade. Isso acontece porque a descarga desses elementos no organismo ocasiona uma diminuição na produção de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa de nossas células..........
......... No tratamento de doenças como câncer e aids, a terapia do riso assume uma função psicológica e anestésica frente à dor e tem efeito imunológico comprovado. No caso de pacientes com tumores, por exemplo, o riso e o bom humor podem aumentar a produção de "células assassinas" naturais que combatem os vírus e os tumores. O cardiologista pediátrico Edmundo Clarindo Oliveira utiliza o sorriso das crianças como termômetro para medir a evolução do quadro em que elas se encontram. Se, depois de uma cirurgia, por exemplo, a criança consegue reagir com sorriso quando tem seu humor estimulado, é sinal de que a coisa vai bem. "Se ela não sorri, ficamos preocupados porque isso pode ser sintoma de algum tipo de rejeição", alerta. O ambiente alegre dentro do hospital e do consultório pode diminuir o tempo de internação e aumentar o bem-estar do paciente.
..... O que diferencia um pessimista de um otimista é que as vivências desfavoráveis não conseguem tirar do segundo a alegria de viver. Os pessimistas, ao contrário, sucumbem facilmente. Entretanto, quando esse pessimismo é ocasionado, por exemplo, pela chamada distimia – um tipo de depressão que atinge cerca de 5% da população –, existe tratamento. "A distimia é uma depressão leve não incapacitante", explica. "As pessoas que são acometidas por ela consideram as coisas mais difíceis e não se alegram com nada. Mas é preciso diferenciar tristeza de angústia. A primeira é um sentimento comum a qualquer ser humano e a segunda é uma doença afetiva que deve ser tratada",
Artigo do site Saúde Plena
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estresse, Adaptação e Risos
Atualmente a risada tem sido objeto de estudos, por se tratar da expressão mais explícita do bom humor e da positividade (Macaluso MC. 1993). Segundo pesquisas de Hassed (2001), o riso tem um importante papel na redução dos hormônios envolvidos na fisiologia do estresse, melhorando a intensidade e realçando a criatividade das respostas, reduzindo a dor e, sobretudo, melhorando a imunidade e reduzindo a pressão de sangue. As pessoas que sabem se divertir e rir são, geralmente, mais saudáveis e mais capazes de sair de situações de estresse com mais facilidade.
A redução da liberação dos hormônios associados ao estresse, notadamente do cortisol e da adrenalina é ocorrência desejável, já que, como se sabe, estando eles em excesso, podem enfraquecer as defesas do organismo e elevar a pressão arterial, criando condições para o desenvolvimento de infecções e doenças cardíacas, tais como o infarto e a insuficiência cardíaca.
John Morreall afirma que "A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão."
Efeitos Orgânicos do Bom (e do mau) Humor
Com o adendo das pesquisas funcionais do cérebro (PET e SPECT), está sendo possível avaliar como se comporta o Sistema Nervoso Central diante de muitas atividades psíquicas.
A tristeza e a ansiedade, quando comparadas a um estado emocional neutro, ativam um conjunto de regiões cerebrais diferentes. O estado emocional de tristeza foi seguido de ativações específicas da área subcortical do giro cingulado e núcleo dorsal, juntamente com a desativação específica de região pré-frontal direita e do córtex parietal posterior. Da mesma forma, viu-se que a ansiedade foi associada com as ativações específicas do núcleo ventral, do córtex temporal orbito-frontal e anteriores, desativação específica do giro para-hipocampal, e outras (Liotti, 2000).
Essas ativações e desativações complicadas são referidas aqui, apenas para convencer-nos do fato de existirem regiões cerebrais mais ou menos específicas para tipos mais ou menos específicos de emoções. Anatomicamente, o fato importante é a desativação cortical dorsal seletiva durante a tristeza e a desativação cortical ventral na ansiedade.
Embora as bases neurobiológicas para as principais anormalidades do humor não tenham sido ainda claramente estabelecidas, através do estudo do fluxo do sangue cerebral e da taxa do metabolismo do açúcar pelos neurônios tem-se localizado algumas áreas, no cortex cerebral pré-frontal ventral e no corpo caloso, cuja atividade se encontra fortemente diminuída em pessoas depressivas (Drevets, 1997) .
Em deprimidos crônicos e de origem familiar, o decréscimo na atividade dessas áreas cerebrais foi explicado por Drevets, ao menos em parte, por uma redução no volume cortical, mostrado pela Ressonância Magnética, de 39 e de 48%. Ressalta ainda esse autor, que esta região tem sido implicada na mediação das respostas emocionais aos estímulos sociais significativos ou provocativos, bem como na ação das drogas antidepressivas.
Essas alterações na função (e até na anatomia) cerebral diante de determinados estados emocionais têm resultado em difíceis reflexões; as alterações cerebrais produziriam alterações no humor ou, ao contrário, alterações do humor seriam as causas de alterações cerebrais?
A experiência de Fischer (1996), relacionando a função cerebral e a lembrança de experiências estressantes é muito curiosa. Funcionários de um banco assaltado foram submetidos à apresentação de um vídeo sobre o assalto que haviam presenciado. Na mesma apresentação havia também espectadores que não tinham vivenciado o assalto. As funções cerebrais medidas durante a apresentação do vídeo foram comparadas entre esses dois grupos.
Além dos níveis da ansiedade ter tido uma importante elevação fisiológica, muito maior no grupo dos assaltados que nos não assaltados, durante a exposição do vídeo houve, também nos assaltados, um aumento muito maior da atividade bilateral no córtex visual, no giro posterior do cíngulo e no córtex órbito-frontal esquerdo.
Isso pode significar que a simples memória do estresse desempenha importante papel no funcionamento cerebral. Na realidade, o que aconteceu na experiência de Fischer foi um outro estresse, desta vez, induzido pela re-experiência visual da vivência traumática. Isso explicaria, talvez, os pensamentos intrusivos e os sintomas conseqüentes, como acontece no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (veja mais).
Mais adiante, o mesmo Fischer (2001) pesquisou as relações entre a atividade da amígdala e a disposição pessimista de personalidade. Os resultados sugerem um importante papel para a amígdala nos estados emocionais negativos, notadamente nas posturas emocionais cronicamente negativas, típicas das disposições pessimistas da personalidade.
Ainda em relação ao pessimismo, em 1986, 1306 homens foram submetidos a um questionário específico para avaliação das características Optimismo-Pessimismo da personalidade. Esse grupo foi acompanhado e avaliado por um período médio de 10 anos (Kubzansky, 2001).
Durante esse tempo ocorreram 162 casos da doença coronariana do coração (71 casos de infarto do miocárdio não fatal, 31 casos do mesmo quadro, porém fatais, e 60 casos da angina do peito). Os resultados foram publicados num trabalho de Kubzanski, com o sugestivo nome Is the glass half empty or half full?... (O copo está meio cheio ou meio vazio?...) e sugeriram, fortemente, que um estilo otimista de vida pode proteger contra os risco da doença coronariana, bem como, pode estar relacionado ao melhor prognóstico (casos não fatais) das coronariopatias.
Ben-Zur, em 2000, publicou um trabalho sobre a avaliação de 171 pacientes submetidos à cirurgia coronariana entre 2 e 20 meses depois da operação. A alta aflição psicológica (estados de ansiedade, medo e depressão) bem como a reduzida capacidade funcional, foram associada a níveis elevados do pessimismo.
As relações entre emoções e imunidade já vêm sendo estudadas há algum tempo. Um dos objetivos desses estudos é examinar o relacionamento entre fatores psicológicos, atividade regional do cérebro e a atividade dos leucócitos NT (Natural Killer). Nos trabalhos de Tashiro houve significativa correlação entre as atividades dessas células da defesa imunológica, ansiedade e estresse, e atividade do córtex pré-frontal infero-lateral, córtex orbito-frontal e córtex temporal anterior.
Esse trabalho (Tashiro, 2001), no qual foram estudados 8 pacientes com doenças malignas e submetidos à provas de função cerebral (PET), ofereceu dados que podem servir de suporte para uma hipótese de que a interação psico-imune pode ser mediada também pelo córtex cerebral e pelo Sistema Límbico (veja Imunidade e Emoção e Câncer e Emoção).
São mais ou menos recentes as pesquisas conduzidas por K. Shibata, da Universidade do Centro Médico de Rochester, New York, sobre as localizações cerebrais da região predominantemente relacionada ao humor (bom ou mau) das pessoas. Shibata começou, originalmente, usando a imagens de Ressonância Magnética Funcional (SPCT e PET) estudar o processamento cerebral de incongruências verbais.
Durante a pesquisa, quando observava a reação do cérebro à incongruências verbais engraçadas, encontrou alguns dados sugestivos da área do cérebro capaz de processar o bom humor. A estimulação das pessoas se dava às custas de gracejos verbais, cartoons e sons de gargalhadas.
O riso parece ser associado, primeiramente, com o córtex motor suplementar, uma observação constatada também por resultados da estimulação elétrica desta área durante a cirurgia do cérebro. O córtex direito do pré-motor pode também estar envolvido no riso. O sentimento emocional agradável que acompanha o riso parece ser associado com o núcleo acumbens, como são muitos outros estados emocionais positivos.
Por outro lado, a apreciação dos gracejos e dos cartoons parece estar relacionada ao lóbulo frontal ventro-medial, uma área que mostra relativamente pouca atividade nos pacientes com depressão e em pessoas portadoras de lesões capazes de destruir o sentido de experimentar o humorismo.
A redução da liberação dos hormônios associados ao estresse, notadamente do cortisol e da adrenalina é ocorrência desejável, já que, como se sabe, estando eles em excesso, podem enfraquecer as defesas do organismo e elevar a pressão arterial, criando condições para o desenvolvimento de infecções e doenças cardíacas, tais como o infarto e a insuficiência cardíaca.
John Morreall afirma que "A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão."
Efeitos Orgânicos do Bom (e do mau) Humor
Com o adendo das pesquisas funcionais do cérebro (PET e SPECT), está sendo possível avaliar como se comporta o Sistema Nervoso Central diante de muitas atividades psíquicas.
A tristeza e a ansiedade, quando comparadas a um estado emocional neutro, ativam um conjunto de regiões cerebrais diferentes. O estado emocional de tristeza foi seguido de ativações específicas da área subcortical do giro cingulado e núcleo dorsal, juntamente com a desativação específica de região pré-frontal direita e do córtex parietal posterior. Da mesma forma, viu-se que a ansiedade foi associada com as ativações específicas do núcleo ventral, do córtex temporal orbito-frontal e anteriores, desativação específica do giro para-hipocampal, e outras (Liotti, 2000).
Essas ativações e desativações complicadas são referidas aqui, apenas para convencer-nos do fato de existirem regiões cerebrais mais ou menos específicas para tipos mais ou menos específicos de emoções. Anatomicamente, o fato importante é a desativação cortical dorsal seletiva durante a tristeza e a desativação cortical ventral na ansiedade.
Embora as bases neurobiológicas para as principais anormalidades do humor não tenham sido ainda claramente estabelecidas, através do estudo do fluxo do sangue cerebral e da taxa do metabolismo do açúcar pelos neurônios tem-se localizado algumas áreas, no cortex cerebral pré-frontal ventral e no corpo caloso, cuja atividade se encontra fortemente diminuída em pessoas depressivas (Drevets, 1997) .
Em deprimidos crônicos e de origem familiar, o decréscimo na atividade dessas áreas cerebrais foi explicado por Drevets, ao menos em parte, por uma redução no volume cortical, mostrado pela Ressonância Magnética, de 39 e de 48%. Ressalta ainda esse autor, que esta região tem sido implicada na mediação das respostas emocionais aos estímulos sociais significativos ou provocativos, bem como na ação das drogas antidepressivas.
Essas alterações na função (e até na anatomia) cerebral diante de determinados estados emocionais têm resultado em difíceis reflexões; as alterações cerebrais produziriam alterações no humor ou, ao contrário, alterações do humor seriam as causas de alterações cerebrais?
A experiência de Fischer (1996), relacionando a função cerebral e a lembrança de experiências estressantes é muito curiosa. Funcionários de um banco assaltado foram submetidos à apresentação de um vídeo sobre o assalto que haviam presenciado. Na mesma apresentação havia também espectadores que não tinham vivenciado o assalto. As funções cerebrais medidas durante a apresentação do vídeo foram comparadas entre esses dois grupos.
Além dos níveis da ansiedade ter tido uma importante elevação fisiológica, muito maior no grupo dos assaltados que nos não assaltados, durante a exposição do vídeo houve, também nos assaltados, um aumento muito maior da atividade bilateral no córtex visual, no giro posterior do cíngulo e no córtex órbito-frontal esquerdo.
Isso pode significar que a simples memória do estresse desempenha importante papel no funcionamento cerebral. Na realidade, o que aconteceu na experiência de Fischer foi um outro estresse, desta vez, induzido pela re-experiência visual da vivência traumática. Isso explicaria, talvez, os pensamentos intrusivos e os sintomas conseqüentes, como acontece no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (veja mais).
Mais adiante, o mesmo Fischer (2001) pesquisou as relações entre a atividade da amígdala e a disposição pessimista de personalidade. Os resultados sugerem um importante papel para a amígdala nos estados emocionais negativos, notadamente nas posturas emocionais cronicamente negativas, típicas das disposições pessimistas da personalidade.
Ainda em relação ao pessimismo, em 1986, 1306 homens foram submetidos a um questionário específico para avaliação das características Optimismo-Pessimismo da personalidade. Esse grupo foi acompanhado e avaliado por um período médio de 10 anos (Kubzansky, 2001).
Durante esse tempo ocorreram 162 casos da doença coronariana do coração (71 casos de infarto do miocárdio não fatal, 31 casos do mesmo quadro, porém fatais, e 60 casos da angina do peito). Os resultados foram publicados num trabalho de Kubzanski, com o sugestivo nome Is the glass half empty or half full?... (O copo está meio cheio ou meio vazio?...) e sugeriram, fortemente, que um estilo otimista de vida pode proteger contra os risco da doença coronariana, bem como, pode estar relacionado ao melhor prognóstico (casos não fatais) das coronariopatias.
Ben-Zur, em 2000, publicou um trabalho sobre a avaliação de 171 pacientes submetidos à cirurgia coronariana entre 2 e 20 meses depois da operação. A alta aflição psicológica (estados de ansiedade, medo e depressão) bem como a reduzida capacidade funcional, foram associada a níveis elevados do pessimismo.
As relações entre emoções e imunidade já vêm sendo estudadas há algum tempo. Um dos objetivos desses estudos é examinar o relacionamento entre fatores psicológicos, atividade regional do cérebro e a atividade dos leucócitos NT (Natural Killer). Nos trabalhos de Tashiro houve significativa correlação entre as atividades dessas células da defesa imunológica, ansiedade e estresse, e atividade do córtex pré-frontal infero-lateral, córtex orbito-frontal e córtex temporal anterior.
Esse trabalho (Tashiro, 2001), no qual foram estudados 8 pacientes com doenças malignas e submetidos à provas de função cerebral (PET), ofereceu dados que podem servir de suporte para uma hipótese de que a interação psico-imune pode ser mediada também pelo córtex cerebral e pelo Sistema Límbico (veja Imunidade e Emoção e Câncer e Emoção).
São mais ou menos recentes as pesquisas conduzidas por K. Shibata, da Universidade do Centro Médico de Rochester, New York, sobre as localizações cerebrais da região predominantemente relacionada ao humor (bom ou mau) das pessoas. Shibata começou, originalmente, usando a imagens de Ressonância Magnética Funcional (SPCT e PET) estudar o processamento cerebral de incongruências verbais.
Durante a pesquisa, quando observava a reação do cérebro à incongruências verbais engraçadas, encontrou alguns dados sugestivos da área do cérebro capaz de processar o bom humor. A estimulação das pessoas se dava às custas de gracejos verbais, cartoons e sons de gargalhadas.
O riso parece ser associado, primeiramente, com o córtex motor suplementar, uma observação constatada também por resultados da estimulação elétrica desta área durante a cirurgia do cérebro. O córtex direito do pré-motor pode também estar envolvido no riso. O sentimento emocional agradável que acompanha o riso parece ser associado com o núcleo acumbens, como são muitos outros estados emocionais positivos.
Por outro lado, a apreciação dos gracejos e dos cartoons parece estar relacionada ao lóbulo frontal ventro-medial, uma área que mostra relativamente pouca atividade nos pacientes com depressão e em pessoas portadoras de lesões capazes de destruir o sentido de experimentar o humorismo.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Coração errante
Sou um ser estranho,
não me amarro em ninguém.
Amo, mas um amor inconstante,
que não se fixa em alguém.
Não sei me doar inteiramente,
acho que é por medo, medo de sofrer
Uso esta proteção: não me apaixonar.
Assim, vou levando a vida,sem me envolver,
sem verdadeiramente amar.
Sei que isto é covardia,
Uso esta estratégia para mascarar,
o grande desejo que tenho,
de loucamente amar.
Não consigo entrar de cabeça,
em nenhum relacionamento.
Meu amor é superficial,
egoísta, mesquinho.
não tem nada de emocional,
o outro parece amar sozinho.
Tenho vergonha disso.
Gostaria de amar com paixão.
Mas como? Não consigo.
Tenho medo de sofrer desilusão.
não me amarro em ninguém.
Amo, mas um amor inconstante,
que não se fixa em alguém.
Não sei me doar inteiramente,
acho que é por medo, medo de sofrer
Uso esta proteção: não me apaixonar.
Assim, vou levando a vida,sem me envolver,
sem verdadeiramente amar.
Sei que isto é covardia,
Uso esta estratégia para mascarar,
o grande desejo que tenho,
de loucamente amar.
Não consigo entrar de cabeça,
em nenhum relacionamento.
Meu amor é superficial,
egoísta, mesquinho.
não tem nada de emocional,
o outro parece amar sozinho.
Tenho vergonha disso.
Gostaria de amar com paixão.
Mas como? Não consigo.
Tenho medo de sofrer desilusão.
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