sexta-feira, 22 de setembro de 2017

NUNCA É TARDE







“Nunca é tarde demais ou cedo demais,
 para ser quem você quer ser. 
Não há limite de tempo. 
Comece quando quiser. 
Mude ou continue sendo a mesma pessoa. 
Não há regras para isso.
 Você pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. 
Espero que tire o máximo. 
Espero que veja coisas surpreendentes. 
Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. 
Espero que conheça pessoas 
com um ponto de vista diferente. 
Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe.
 E se não se orgulhar dela, espero
 que encontre forças para começar tudo de novo.” 
Desconheço a autoria











quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A PRIMAVERA ESTÁ NO AR...






A natureza já se transforma: veste-se de cores!
Já sinto o perfume das flores...
o revoar dos pássaros...
a inquietação das borboletas...
Nos jardins, as flores se abrem,
 saudando a nova estação.
Cores e cores se misturam e a alegria toma 
conta de tudo.
A natureza parece ganhar vida nova. 
Até as pessoas se abrem em sorrisos.
É tempo de festa!
Bem vinda, primavera! 
Vera








PRECISO APRENDER







"Preciso aprender 
o verdadeiro

 sentido 
do perdão.
Aquele que vem do céu,
que noz faz, 
esquecer as mágoas...
que cura as feridas...
que nos permite
um recomeço.
Humana que sou, 
preciso aprender".
Inês Seibert











quarta-feira, 20 de setembro de 2017

AMIGO DE VERDADE







"Amigo 
de verdade segura nossa mão,
nos momentos alegres 
e oferece o ombro, quando 
estamos tristes.
Reconduz- nos, 
quando 
saímos do caminho.
Tem a palavra certa, na medida exata, 
para preencher aquele vazio 
do coração.
Sabe ouvir e silenciar. 
Resgata-
nos!
Não impõe sua vontade. 
Vê-
nos 
com olhos 
da alma 
e nos sente 
mesmo que distante".
Inês Seibert










ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU







"Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento 
e o coração, 
vamos!
Vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de ser e de viver".
Carlos Drummond de Andrade









terça-feira, 19 de setembro de 2017

SE ME JOGAREM PEDRAS...







"Se me jogarem pedras, não devolverei flores.
Só as entrego a quem faz laços de afeto comigo,
a quem não solta minha mão, mesmo nos momentos 
de dúvida e tempestade.
A quem me olha de frente e consegue me enxergar,
até quando nebulosidades insistem em turvar a visão.
Entrego as flores aos que me ouvem só pela sintonia.
E as pedras?
Me defendo delas sendo quem sou:
de verdade e protegida pelo céu".
Inês Seibert










CONSOLO NA PRAIA








"Vamos, não chores...
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o 'humour'?
A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho".
Carlos Drummond de Andrade