segunda-feira, 20 de agosto de 2012

RECADO


Hoje, postei uma crônica na minha página.
 É super interessante. 
Você vai gostar. 


BEIJINHOS!


BOA SORTE!



Esta é a Flor Papagaio. Ela é de origem tailandesa.
 Dizem que é a flor da sorte.
Receba-a com o meu cartinho.
Envie também aos seus amigos. 
BOA SORTE!


AMOR...RESPEITO...LIBERDADE


Aquilo que existe em mim e faz parte de mim, pode ser transformado,
 se eu quiser.
Aquilo que é do outro só pode ser transformado por ele e será 
compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites, 
se existir respeito.
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou

 diz se houver liberdade.
Não posso afirmar: “Aquilo que o outro fez ou disse me feriu.”
Eu é que me feri com Aquilo que ele fez ou disse. Tenho opções.
Eu sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos.
Também das minhas atitudes, pensamentos e palavras!
Maravilha...
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém só porque alguém fez 
isso comigo primeiro.
Se eu agisse assim eu seria apenas resposta e eco sem vida.
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações e se faço algo, 

sou o responsável. Por isso, tenho escolhas.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos e me

 recuso a segurar as rédeas do destino do outro. É meu direito.
Busco o AMOR em sua mais bela expressão e por isso abro mão de querer

 ter o controle sobre a vida do outro.
                                                                                Kali Mascarenhas


REMOVA PEDRAS


Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. 
Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas e não entraves seu uso
aos que têm sede. 
                                                                         Cora Coralina


domingo, 19 de agosto de 2012

SABER OUVIR


"O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute
 de maneira calma e tranqüila. Em silêncio. 
Sem dar conselhos. Sem que digam: "Se eu fosse você".
 A gente ama não é a pessoa que fala bonito.
 É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita
 quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta.
 É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta
 que ele termina. Não aprendi isso nos livros. 

ATALHO

Não é a toa que entendo os que buscam caminho. 
Como busquei arduamente o meu! E como hoje busco
 com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, 
o meu atalho, já que não ouso mais falar em caminho. 
Eu que tinha querido. O caminho, com letra maiúscula, 
hoje me agarro ferozmente à procura de um modo de andar, 
de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes
 e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja
 finalmente eu, isso não encontrei. Mas sei de uma coisa;
meu caminho não sou eu, é o outro, são os outros.
Quando eu puder sentir plenamente o outro, estarei salva 
e pensarei: eis o meu porto de chegada.
                                                        Clarice Lispector

15 DE AGOSTO- ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA



A Assunção de Maria constitui uma particular participação na
 ressurreição de Cristo. Na liturgia hodierna, São Paulo põe em 
relevo esta verdade, anunciando o júbilo pela vitória sobre a 
morte, restituída por Cristo com a sua ressurreição. 
“É necessário que Ele reine, até que haja posto todos os inimigos
 debaixo dos Seus pés. O último inimigo a ser destruído será
 a morte” (1 Cor 15, 25-26).
 A vitória sobre a morte, que se tornou evidente no dia da
 ressurreição de Cristo, hoje diz respeito, de modo particular, 
à Sua Mãe. Se a morte não tem poder sobre Ele – ou seja, sobre o
 Filho – a tampouco o pode ter sobre a Mãe, isto é, sobre aquela
 que lhe deu a vida terrena.
“Maria é elevada ao céu: exultam as Plêiades dos anjos”, 
proclama a liturgia hodierna na aclamação ao Evangelho. 
Mas exultam também as multidões de homens de todas as partes
 do mundo. E são numerosas as nações que consideram a
 Mãe de Deus como sua Mãe e Rainha. O mistério da Assunção
 está relacionado, de fato, ao da sua coroação como Rainha 
do céu e da terra. “A filha do rei é toda esplendor” – como anuncia o
 Salmo responsorial da liturgia de hoje (Sl 44/45, 14) – para ser
 elevada à direita do seu Filho: “Resplandece a rainha, Senhor, à Tua direita” Refrão do Salmo responsorial.