sábado, 18 de agosto de 2012

JANELAS DA VIDA



Abra a janela do teu coração e deixe alma arejar!
Sabe aquele cheiro de mofo de sonhos que envelheceu e você nem se deu conta? Deixe que o vento leve para longe...
Livre-se também do ranço amargo de toda mágoa e do rancor, faça uma boa limpeza na vidraça do coração, garanto que você enxergará melhor a vida lá fora.
Deixe a luz inundar tudo, apagar as marcas das decepções, as tristezas das derrotas e da mania de sofrer por sofrer e acima de tudo, permita que o sol derreta o gelo da solidão.
Apaixone-se por um sorriso e sorria junto, ilumine as janelinhas dos olhos... Ame a pessoa que o espelho reflete todas as manhãs.
Escancare a janela dos desejos e esbanje sonhos, ninguém sonha em vão, e também não é verdade que os sonhos fogem, as pessoas é que desistem, e eles morrem.
Desenhe um horizonte além da tua janela, exagere nas cores e... Faça florescer todos os campos que sua vista alcança. Vá além, muito além....
Abra a janela da vida e seja pleno em cada coisa ainda que pareça pequena. Viva com a espontaneidade de uma criança. Debruce na janela e não olhe a vida passar através dela... Viva!
Janelas da Vida
Abra a janela do teu coração e deixe a alma arejar! Sabe aquele cheiro de mofo de sonhos que envelheceu e você nem se deu conta? Deixe que o vento leve para longe...
Livre-se também do ranço amargo de toda mágoa e do rancor, faça uma boa limpeza na vidraça do coração, garanto que você enxergará melhor a vida lá fora.
Deixe a luz inundar tudo, apagar as marcas das decepções, as tristezas das derrotas e da mania de sofrer por sofrer e acima de tudo, permita que o sol derreta o gelo da solidão.
Apaixone-se por um sorriso e sorria junto, ilumine as janelinhas dos olhos... Ame a pessoa que o espelho reflete todas as manhãs.
Escancare a janela dos desejos e esbanje sonhos, ninguém sonha em vão, e também não é verdade que os sonhos fogem, as pessoas é que desistem, e eles morrem.
Desenhe um horizonte além da tua janela, exagere nas cores e... Faça florescer todos os campos que sua vista alcança. Vá além, muito além....
Abra a janela da vida e seja pleno em cada coisa ainda que pareça pequena. Viva com a espontaneidade de uma criança. Debruce na janela e não olhe a vida passar através dela... Viva!

                                                     Lady Foppa

MATURIDADE...



É saber controlar a ira ou resolver as diferenças sem violência 
nem destruição; significa paciência; é a liberdade de recusar
 um prazer momentâneo em nome de uma felicidade duradoura...
  É perseverança e habilidade para realização de um projeto, 
apesar dos obstáculos ou dos fracassos desanimadores...
 É  a capacidade de enfrentar desgraças, frustrações, incômodos e derrotas sem lamentações nem prostrações...
É humildade, é ter a coragem de reconhecer quando se
 está enganado ou, se a razão estiver do nosso lado, não experimentar
 a satisfação de dizer "eu o avisei"...É tomar uma decisão e sustentá-la. As pessoas imaturas passam
 a vida explorando, possibilidades sem fim e terminam por
 não fazer nada de positivo...É cumprir com a palavra. As pessoas imaturas são mestras
 em dar desculpas, vivem confusas e não sabem como se organizar;
 suas vidas se transformam em uma longa corrente de promessas quebradas, de amizades passageiras, de negócios inconclusos 
e de boas intenções que nunca se materializam...
  É a arte de viver em paz com situações imutáveis ou ter a coragem de mudá-las quando as circunstâncias exigirem.     
                                            Anônimo


TENHA FÉ E NÃO TEMA O MAL


Ensinou-nos o grande Mestre que a cada dia
bastam suas próprias obras.
Por que, então, preocupar-se com o que poderá
lhe acontecer?
Passamos um tempo enorme destruindo nossa
felicidade preocupando-nos com coisas que
nunca aconteceram.
Procure lembrar de momentos de sua vida nos
quais as coisas se passaram exatamente dessa
forma, ou seja, os acontecimentos desagradáveis
não ocorreram.
Devemos, é verdade, estar preparados para
contratempos que surjam, mas viver em função
deles...isso não.
Esqueça-os, confie e acredite: com fé em Deus
nada de ruim lhe sucederá.
                                                Humberto Pasian


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

SORRI


Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz!
                                                        Charles Chaplin

A NOVA ORTOGRAFIA E A VIDA



 
 Em casos como *AUTOESTIMA*, o hífen cai. A sua é que
não pode cair. Em algumas palavras, o acento desaparece,
 como em *FEIURA*. Aliás, poderia desaparecer a palavra toda.
O acento também cai em *IDEIA*,
só que dela a gente precisa. E muito.
O trema sumiu em todas as palavras, como em
 *inconsequência*, que também, poderia sumir do mapa.
 Assim, a gente ia viver com mais *TRANQUILIDADE*.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo,
 o nobre disse:  Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria
 sido atacado e perdido 
o meu dedo. Mas nem tudo vai mudar. Abraço continua igual.
E quanto mais apertado, melhor.
Amizade *ainda é com z; como vizinho, futebolzinho, barzinho.
 Expressões como "Eu te amo". ** *continuam precisando de ponto.
 Se for de exclamação, é *PAIXÃO*, que continua com x,
como *abacaxi*, que, gostando ou não, a gente vai ter
alguns para descascar.
 *Solitário* ainda tem acento, como *Solidário*, que só muda uma letra, mas faz uma enorme diferença.
 *CONSCIÊNCIA* ainda é com *SC*, como SANTA CATARINA,
 que precisa tocar a vida pra frente.
 E por falar em *VIDA*, bem, essa muda o tempo todo.
 E é por isso que emociona tanto. 
                                                              Autor desconhecido 


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FESTA EM OUTRO APARTAMENTO



(...) As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação tão infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias de jornal. As pessoas alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

É preciso amadurecer para descobrir que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro não costumam ser revelados. Pra consumo externo, todos são belos, lúcidos, íntegros, perfeitos. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada/todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa sacando que nada é o que parece ser.


Sua solidão, sua busca por paz interior, seus poucos e leais amigos, seus livros, suas músicas, fantasias, de desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na sua biografia, e pode ser mais divertido que uma balada em algum lugar distante. Pegar carona na alegria dos outros é preguiça, e quase sempre é furada. Quer festa? Promova-a dentro do seu apartamento.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PENSANDO BEM, É PRECISO RECICLAR


Viver bem, às vezes, é só uma questão de recomeçar,
reaprender, reciclar.
Para que tudo tenha um novo impulso, ganhe uma nova luz.
Reciclar para imprimir novas palavras, novas experiências,
 novos sentimentos.
Avaliando erros para gerar acertos, mudando trajetos
 para entender os caminhos, olhando a vida, todo dia,
com o coração novinho em folha.
Pensando bem, é esse o nosso papel, o que nos dá sentido.
Pois se fazendo como sempre foi feito a gente acaba chegando
 ao mesmo lugar, melhor então é rever, com clareza,
o que verdadeiramente queremos, buscar sabedoria no que
 já fizemos e aí, então, realizar de outra maneira,
fazer diferente, reinventar.
Crer para ver que há um poder impaciente por se revelar
a quem não desiste, recria, vai em frente, buscando sempre,
dentro de si, o melhor.
                                           José Oliva