terça-feira, 3 de abril de 2012

BOM DIA, DIA!




Um dia de muito sucesso, paz e alegrias.
Muito amor e harmonia.

                             

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PAIXÃO E MORTE DE CRISTO


Cristo foi julgado e condenado à morte na cruz, 
para nos salvar do pecado.
Foi a maior prova de amor que já existiu. 
Glória ao seu nome para sempre!


POR FAVOR, DIVULGUEM!


SEMANA SANTA


Semana Santa é o grande retiro espiritual das 
comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão 
e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos
 e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante
 do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os
 mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. 



2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.


Tríduo Pascal

O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal. 

 
Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. 
Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.


SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.


Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver.
Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.  



Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. Realiza-se a VIGÍLIA PASCAL A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.
À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.

A RESSUREIÇÃO



CRISTO VIVE E VIVERÁ PARA SEMPRE! 

  

domingo, 1 de abril de 2012

A TODOS OS MEUS AMIGOS...



JESUS, CORDEIRO DE DEUS E DOS HOMENS



A Páscoa era uma das três grandes festas do povo judeu,
 em comemoração ao êxodo e da libertação dos israelitas do Egito
 (Êxodo 12). O povo de Deus reunia-se anualmente, em Jerusalém,
 para esta festa. Iniciava-se a Páscoa com uma refeição
 que consistia de um cordeiro, ou um cabrito assado, 
pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. O cordeiro servia de recordação do sacrifício; o pão sem fermento, da pureza; e as ervas amargas, da servidão amarga do Egito. Cristo observou a Páscoa
 (Mateus 26:19) e Ele mesmo tornou-se o nosso Cordeiro Pascal,
 quando entregou-se na cruz para nos salvar
 (João 19:36; 1 Coríntios 5:7).
Qual seria o preço da nossa redenção? Será que podemos
 compreender a profundidade e a grandeza dessa afirmativa?
 Não, jamais poderemos compreender ou dimensionar perfeitamente o preço que Ele pagou por nossas almas. 
Mas verdadeiramente Jesus pagou na cruz o altíssimo preço dos nossos pecados. Ele tomou sobre Si, levou sobre si,  espontaneamente,
 o castigo, a dor, o preço dos nossos pecados.
 As nossas transgressões O transpassaram, as nossas iniqüidades O moeram, o nosso castigo estava sobre Ele, Deus fez cair o peso das nossas iniqüidades sobre Ele. Naquele momento horrível,
 Ele experimentou o total abandono.
“À hora nona, clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni?
 Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me
 desamparaste?” Marcos 15:34.
O Pai Celeste O deixou nessa hora, porque sobre 
Ele estavam os nossos pecados.
3 – ELE MORREU POR NÓS – 53:8-9
O Cordeiro de Deus morreu na cruz. Ele morreu por nós,

 foi cortado da terra dos viventes, morreu e foi sepultado. 
Talvez a pior parte do sacrifício de Jesus, Ele que é doador da vida, 
Ele que esteve presente na criação, pois sem Ele nada
 do que foi feito se fez (João 1:3).
O Autor da vida conheceu a morte para nos salvar da condenação eterna. Ele se entregou por nós, morrendo naquela horrível cruz, por mim e por ti. O que tens feito por Ele? Se nEle crês, porque não te entregas a Ele?



PS: Sim. Entreguemo-nos a Ele, inteiramente, na confiança.
 Ele é o Deus da vida, Luz do Mundo. Quem Nele crer, estará salvo.


DOMIGO DE RAMOS

 

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
              O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica  imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
            Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.  
              JESUS foi julgado injustamente, com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
              O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, 
é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e,
 com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).